A economia digital cresceu mais rápido do que o suporte jurídico disponível para quem opera nela. Um criador de conteúdo com audiência relevante, contratos com marcas e uma equipe de apoio tem uma operação com complexidade jurídica real, mas raramente foi orientado a tratar isso com a estrutura que merece.
Contratos com agências assinados sem revisão. Direitos autorais sobre o conteúdo que nunca foram formalizados. Colaboradores contratados de forma que gera passivo trabalhista silencioso. Marca não registrada que um concorrente pode reivindicar. Dados de audiência tratados sem política de privacidade. Receita que cresce sem estrutura societária ou tributária adequada.
Cada um desses pontos é um risco jurídico real. E todos eles aparecem ao mesmo tempo quando a operação escala.



