Dois sócios decidem construir um produto digital. Constituem uma empresa rapidamente, dividem as responsabilidades de forma verbal e começam a desenvolver.
Meses depois, quando o produto ganha tração, as divergências aparecem, e não existe nenhum documento que defina o que cada sócio acordou, o que acontece em caso de saída, quem é dono do código desenvolvido ou como as decisões são tomadas quando não há consenso.
Esse é o cenário mais comum. E não é o único. Uma loja virtual que cresce sem política de privacidade, sem termos de uso adequados e sem conformidade à LGPD opera sobre uma exposição regulatória que só aparece quando o primeiro cliente reclama ou a primeira auditoria acontece.
Um negócio digital que fecha contratos com clientes usando modelos genéricos da internet descobre a fragilidade desses documentos exatamente quando mais precisa deles.
A estrutura jurídica de um negócio digital não precisa ser complexa desde o início. Precisa ser adequada ao momento, e crescer junto com o negócio.



